Por Portal EditorialPortuario.cl
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Sob esse contexto, o Presidente da Câmara da Guarda, Sérgio Costaconsiderou que a transferência da gestão do terminal ferroviário para a APDL é “mais um passo para a realização do porto seco da Guarda e nada fará retroceder o projeto”.
“E agora, é hora de continuar com os passos seguintes para que o porto seco comece a funcionar de forma eficaz, a dar a volta à economia, a criar riqueza, a criar emprego, para que as empresas possam (…) realizar as suas operações de importação , exportação, agregação, desagregação de carga, alfândega, no futuro. Esse é o caminho que devemos seguir, cada vez mais”, afirmou.
O decreto-lei estabelece a adjudicação de bens do domínio público ferroviário – o terminal ferroviário de mercadorias da Guarda – à APDL, com a devida salvaguarda de todos os direitos e deveres contratuais e legais assumidos até à data pela IP, que também serão transferidos.
As transferências de propriedade e poderes de campo não entrarão em vigor até 1º de setembro de 2022.

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