Açúcar, o grande problema da liga de futebol saudita?

A emergente liga saudita não tem “o problema do álcool” que seus jogadores consomem, mas tem “o problema do açúcar”.

A emergente liga saudita não tem “o problema de álcool” que os seus jogadores consomem, mas “açúcar”, revelou esta quinta-feira numa conferência no Porto (Portugal) um dos responsáveis Al-Ittihado time onde joga o francês Karim Benzema.

“Não temos problema com álcool, mas temos com açúcar. É tradição na Arábia Saudita cada um comer uma sobremesa que uma equipe inteira poderia comer”, disse Sérgio Gomes, diretor clínico do atual campeão do Campeonato Árabe. país, durante uma conferência na cimeira Thinking Football.

Gomes foi um dos oradores numa palestra sobre superação de adversidades em atletas de elite, na qual mencionou algumas das dificuldades que os jogadores enfrentam neste torneio, como “calor extremo e humidade elevada”. .

Depois há a questão do Ramadão, acrescentou, que “vai levar a estratégias em termos de formação, nutrição, será um grande desafio”.

Neymar durante abordagem ao Centro de Alto Desempenho do Al-Hilal. Foto: Imagem ilustrativa e não comercial / https://twitter.com/Alhilal_EN/status/1693277913326461354

Esta palestra contou também com a presença do brasileiro Roberto Carlos, lenda do Real Madrid, que garantiu que atualmente atua como “mentor” dos jogadores brancos, porque os futebolistas de hoje são “mais fechados”.

“Sempre fui um grande amigo dos jogadores e o Real Madrid contratou-me para isso. Basicamente sou um mentor, para que os jogadores que vêm do estrangeiro se possam adaptar rapidamente ao clube”, disse o antigo lateral.

Carlos destacou ainda a importância de “uma boa relação entre a equipa técnica, o staff e os jogadores”, porque isso “contribui para um melhor ambiente no ataque”.

O outro orador, o português Emiliano Ventura, diretor do MSi Bio Performance em Madrid, concordou com Roberto Carlos sobre a importância de ter um bom ambiente, sublinhando que “é preciso ser atleta dentro e fora de campo”.

“Não são as lesões que fortalecem os atletas, mas sim a preparação e o ambiente. Toda esta questão da adversidade é hoje muito mais fácil. Os atletas estão muito mais informados”, defendeu.

“Os atletas agora trabalham na recuperação da mesma forma que trabalham para o jogo”, acrescentou.

A cimeira Pensar Futebol, que começou esta quinta-feira e termina no próximo sábado, é organizada pela Liga portuguesa e conta com oradores como Javier Tebas (presidente da LaLiga), o treinador do Celta, Carlos Carvalhal, e José María del Nido Carrasco, vice-presidente do Sevilha. , entre outros.

DE VOLTA PARA CASA

Cedric Schmidt

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