Não só do PC ou do celular: Ondamedia estreia este mês novos filmes e aplicativo para TV | Artes e Cultura

Pessoas com equipamentos das marcas Samsung e LG já podem baixar o aplicativo da plataforma de cinema chilena Ondamedia, gratuitamente e sem restrições, para assistir em seus televisores. Acrescenta-se ao edital a adição de novas obras ao catálogo do cinema nacional.

Os usuários com equipamentos das marcas Samsung e LG podem baixar gratuitamente o aplicativo Ondamedia, plataforma do Ministério da Cultura, Artes e Patrimônio, que permite o acesso a mais de dois mil conteúdos do cinema chileno. Não apenas em dispositivos móveis dos sistemas Android e iOS, mas também para download nas Smart TVs dessas marcas em modelos a partir de 2019.

Ondamedia.cl Também estreia novos filmes durante o mês de junho, que se somam à variada oferta dividida em categorias que vão desde povos originários, documentários, patrimônio, Memória e Direitos Humanos, filmes de época, meio ambiente e muito mais.

“É essencial continuar promovendo a divulgação do cinema chileno por meio da OndaMedia, não apenas a partir da adição de novos títulos ao outdoor disponível, mas também de melhorias e inovações tecnológicas que facilitem o acesso e a conectividade das pessoas. Cada estreia adicionada à plataforma significa um impulso para criadores e criadores, e uma chance para os espectadores descobrirem poéticas, discursos, propostas, redescobrirem clássicos e se conectarem com as visões reveladoras que o cinema nacional nos oferece”, diz o subsecretário de Culturas e Artes, Andrea Gutiérrez Vásquez.

Já chegou

Já chegou à plataforma “La casa”, filme de terror de Jorge Olguín inspirado em fatos reais, gravado em tempo real e sem cortes. Conta a história de um policial que no final dos anos 80 está preso em uma casa velha onde deve lidar com eventos paranormais.

Vencedor do prémio do júri no Festival Internacional de Cinema de Tróia (Festroia), em Portugal, esta sexta-feira, 3 de junho, foi a vez de “A Paixão de Michelangelo”, dirigido por Esteban Larraín e estrelado por Sebastián Ayala. O filme revive o caso de Miguel Ángel Poblete, o vidente de Peñablanca, um menino chileno de 14 anos que durante a década de 1980 afirmou falar com a Virgem Maria e realizar milagres.

Próximas chegadas de junho

“A cidade perdida” se junta à OndaMedia na quarta-feira, 8. O documentário de Francisco Hervé foi gravado na Patagônia chilena e conta a história de um canto perdido, onde se esconde uma cidade misteriosa. Quem lá entra torna-se imortal, mas perde a memória. É a Cidade Perdida dos Césares e o convite do diretor é encontrá-la.

Dirigido por Théo Court, chega ao catálogo em 10 de junho “Blanco en blanco”, filme premiado onde Alfredo Castro interpreta um fotógrafo que, no prelúdio do século XX, chega à Terra do Fogo, território hostil e violento, para fotografar o casamento de um poderoso latifundiário. A futura esposa, apenas uma menina, torna-se sua obsessão. As circunstâncias o tornarão participante e cúmplice de uma sociedade que convive com o genocídio dos nativos Selk’nam.

As cineastas Javiera Court e Grace Lazcano registraram a rota Feminina Vermelha em sua preparação para a Copa do Mundo de 2019 na França. Tudo isso, incluindo os preconceitos e desigualdades que os jogadores devem enfrentar, estão em “Histórico”, documentário que estará disponível a partir de quarta-feira, 15.

+ estreias

Na sexta-feira, 17, será a vez de “Um lugar chamado dignidade”, filme dirigido por Matías Rojas e que narra as experiências de Pablo, um menino de 12 anos que recebeu uma bolsa para frequentar a escola liderada por alemães em Chile: Colônia Dignidade. Como seu favorito, com o passar do tempo o protagonista presenciará os constantes abusos e situações estranhas que cercam a vida no local.

Um lugar chamado dignidade | Atribuído

“Dê uma volta no ar”, do diretor Cristián Sánchezentra na sexta-feira, 24. A comédia acompanha a vida de um estudante brilhante em matemática, um empresário fetichista que coleciona fotos de meninas e um limpador de carros obsessivo que escreve peças, que são atraídos para um centro cultural onde um vidente os vê. leva a um centro cerimonial indígena.

“Viver lá não é o inferno, é o fogo do deserto” é o documentário de Javiera Véliz que abre as cortinas das estreias de junho, na quarta-feira, 29. Retrata a vida dos últimos agricultores no deserto do Atacama.

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